Senhores Atenienses, Ouçam!

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

PROTESTO


Participantes do movimento Evangelho Puro e Simples foram até Belo Horizonte levantar suas faixas contra o comércio da palavra de Deus. No Expominas acontecia o 13º Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono e muitos dos presentes se sentiram incomodados com os manifestantes.

O grupo tinha faixas com dizeres como “O $how te que parar” e outros versículos bíblicos sobre a palavra de Deus que tem se tornado algo rentável. No relato postado por Wagner Júnior o grupo foi hostilizado pelos fãs do Diante do Trono.

“Quando abrimos as faixas, a fila para entrar no “Congresso” se voltou para nós: Expressões de Ódio e Reprovações eram nítidas!”, escreveu ele no site blog Web Evangelista. Wagner diz que essas pessoas mostram que tiveram suas mentes “cauterizadas pelo ‘movimento gospel’”.

Outro ponto destacado pelo blogueiro foi a idolatria que muitos dos participantes demonstravam pela líder do grupo, Ana Paula Valadão, mulheres que a imitavam não só nas roupas como no jeito de falar.

“Devo admitir que fiquei triste e segurando as lágrimas durante o protesto. Ver a igreja de Cristo perdida numa apostasia sem fim, as mulheres eram xerox da Ana Paula Valadão no jeito de se vestir e falar, uma igreja que se assusta e joga pedras em faixas com versículos bíblicos. Defendem suas estrelas gospels com unhas e dentes”, escreveu um dos protestantes.

Refúgio para a comunidade gay

Outro ponto polêmico no relato de Wagner Júnior foi em relação aos fãs homossexuais do grupo Diante do Trono. Ele acredita que o ministério deveria falar mais abertamente sobre o caso. “É nítido que a Lagoinha virou um refugio para a comunidade gay. Uma coisa é acolher os homossexuais (não fazemos mais do que obrigação como cristãos), mas é preciso pregar a verdade, verdade essa que vai trazer libertação. Mas parece que a Lagoinha não prega contra!”.

Deixando claro que não é homofóbico, mas que é contra a prática, Wagner relata que haviam muitos homossexuais participando do Congresso e que ele chegou a atender alguns desses grupos. “Atendemos grupos e grupos de homossexuais que vieram falar conosco. Os recebemos em amor, e tenho certeza que ali foi plantado uma semente, que no tempo hábil o Senhor fará Germinar”, disse.


Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/manifestantes-protestam-durante-o-13-congresso-diante-do-trono/#ixzz1raFZMMAw

terça-feira, 3 de abril de 2012

OS SOLAS


SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade

Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.

Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.

A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.

A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.

Tese 1: Sola Scriptura

Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.

Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.

SOLUS CHRISTUS
: A Erosão da Fé Centrada em Cristo

À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.

Tese 2: Solus Christus

Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.

SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho

A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.

A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.

Tese 3: Sola Gratia

Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.

Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.

SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial

A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.

Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.

Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.

Tese 4: Sola Fide

Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.

Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.

SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus

Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.

Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.

Tese 5: Soli Deo Gloria

Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.

Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.

sexta-feira, 30 de março de 2012

"Ateísmo faz melhores ladrões, assassinos e estupradores"



Por Gary DeMar

“Não responda ao tolo Segundo sua tolice, ou você será semelhante a ele. Responda ao tolo conforme sua tolice merece, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos. Os Ateus estão nisso novamente”(Provérbio 26.4,5)
Os Backyard Skeptics têm apresentado outdoors que dizem “Ateístas são melhores amantes”. O outdoor ateísta explica-nos por que os ateístas são melhores amantes. Não é devido ao amor, mas porque “ninguém está vigiando”. Por “ninguém” os ateístas querem dizer Deus.
Desde que não existe nenhum Deus que julga nosso comportamento, homens e mulheres, homens e cães, mulheres e cavalos, adultos e crianças podem fazer o que eles quiserem juntos. Se não existe um julgamento ou juízo final, tudo é bem-vindo.
Lembre-se que, se ninguém está olhando faz dos ateus melhores amantes, então eles podem também ser melhores espancadores de esposas, sádicos, ladrões, espancadores e estupradores.
Os Backyard Atheists têm adotado e adaptado a canção de John Lennon, “Imagine”, como hino ateísta:
Imagine there’s no heaven – Imagine que não exista paraíso
It’s easy if you try – é fácil se você tentar
No hell below us – nem exista inferno abaixo de nós
Above us only Sky – acima apenas ao céu
Imagine all the people living for today – imagine todas as pessoas vivendo o hoje
.
Desde que existe apenas o céu acima de nós, ou seja, nenhum Deus, você e eu podemos viver o hoje sem conseqüências associadas ao nosso comportamento.
Então, o que é verdade para o sexo, também é verdade para todo o restante. Dada a premissa de que ninguém (isto é, Deus) está nos vendo, que Adolf Hitler fez era errado? “Tiranos feitos melhores assassinos (afinal, ninguém está olhando)”. Dado o pressuposto exercido dos Backyard Skeptics, após a morte, Adolf Hitlter é pior do que o maior filantropo do mundo [N.T. p.ex. Madre Tereza de Calcutá]?[1] Não. Ninguém estará ali para julgar a ambos.
A cosmovisão dos Backyard Skeptics é explicitada suficientemente em umas poucas linhas do filme de ficção científica Pandorum (2009)
“Imagine só por um minute, imagine você sem as correntes de sua moralidade. Você ficaria surpreso com você. Isto é liberdade total”
O biólogo Randy Thomhill e o antropólogo Craig Palmer estabelecem a tese de que o estupro é natural, que é parte do processo evolucionário e é benéfico. Em seu livro A Natural History of Rape (2000), publicado pelo MIT Press, afirmam que o estupro humano “surge a partir de mecanismos evoluídos dos homens para obtenção de um alto número de parceira em um ambiente onde as fêmeas escolhiam seus parceiros”. Os homens estupram porque ajuda a espalhar seus genes. Ninguém pode se opor a isso em bases morais, nem mesmo as mulheres que são violentadas, desde que não há ninguém vigiando (julgando)
Os Ateus não podem explicar a moralidade. Eu não os acuso de serem imorais, mas eu os acuso de apropriarem-se[2] dos conceitos derivados da Cosmovisão Cristã, que eles denunciam, para viverem suas escolhas morais. Se no momento da morte, não somos mais do que poeira ao vento e na vida somos um saco de carne e ossos animados por impulsos elétricos, então não existe base para moralidade imutável na vida ou na morte.
O Ateísmo é uma cosmovisão guiada por fé em um sistema de pensamento supostamente gerado por um cérebro evoluído a partir de uma sopa química pré-biótica que, aleatoriamente, emite impulsos elétricos através de sua matéria cinza. Mas, como pode um materialista saber que um cérebro evoluído pode ser confiável para conhecer qualquer coisa de maneira autoritariamente ou afirmar que certos comportamentos são moralmente corretos ou errados dadas as hipóteses puramente materiais? C. S. Lewis assim colocou a questão:
Se o Sistema Solar for provocado por uma colisão acidental, então o surgimento de vida orgânica neste planeta também foi acidental, e a completa evolução do Homem foi também um acidente. Se é assim, então todo nosso processo de pensamento é mero acidente – o subproduto acidental dos movimentos do átomos. Isso vale para os materialistas e astrônomos, bem como para qualquer outra pessoa (processo do pensamento). Mas, se seus pensamentos – i.e, do Materialismo e Astronomia – são simplesmente subprodutos acidentais, por que deveríamos acreditar que eles são verdadeiros? Não vejo razão para acreditar que um acidente seria confiável para nos dar as pistas corretas de todos os outros acidentes[1]
Por que é “parte da natureza” quando uma águia canibaliza um dos seus filhotes e alimenta os seus filhotes mais fortes, mas é moralmente repreensível para uma mãe humana fazer o mesmo a um de seus próprios filhos?
Existe uma questão mais fundamental que raramente é perguntado. Como o puramente material gerou o imaterial (sabedoria, alegria, amor, esperança, lógica, razão, moralidade)?
Os Ateus em Londres Promovem Campanha Similar
Os ônibus de Londres têm sido equipados com banners com os seguintes dizeres: “Provavelmente Deus não Existe. Então, pare de se preocupar e curta a vida” [2]. Os patrocinadores esperam que a mensagem leve pessoas a questionar a existência de Deus. “Esta campanha de colocar slogans alternativos nos ônibus fará com que as pessoas pensem – e pensar é um anátema para a religião”, argumenta os promotores. “[Richard] Dawkins disse que como um ateísta ele ‘não seria louco’ em colocar que ‘provavelmente’ Deus não existe. [3] Ele quer que os anúncios digam que “Deus não Existe”
Se Deus não existe, então quem vai dizer o que constitui curtir a vida? Existem restrições em curtir a vida? Se existem, quem define essas restrições e por quê? Por qual padrão e por qual autoridade?
Duas jovens que participam numa confusão em Croydon, uma cidade no sul de Londres, Inglaterra, já se gabaram que elas estavam mostrando a polícia e aos “ricos que podemos fazer o que quisermos”. Elas diziam com calma e naturalidade. Richard Dawkins, com suas campanhas nos ônibus, tem contribuído para uma mudança na filosofia moral entre os jovens de Londres?
Pessoas foram roubadas. Comércios queimados. Reporters no Twitter afirmavam que algumas pessoas estavam sendo retiradas, enquanto outro vídeo chocante mostrava um adolescente sangrando sendo roubado em plena luz do dia por bandidos sem lei que pretendia ajudá-lo a ficar de pé. Eis como um jornal descreveu o que estava acontecendo: “Multidão Descontrolada Espalha Confusão em Londres”. Parece-me que isto não é nada mais do que a “sobrevivência do mais apto” da evolução em prática, especialmente desde que “ninguém está vendo”
Dawkins e seus seguidores ateus estão falando ao mundo que Não Existe Deus, então pare de se preocupar e curta a vida. Os bagunceiros estão curtindo a vida à custa dos outros, e quem é você ou qualquer outra pessoa para dizer que eles não deveriam curtir a vida do modo que eles querem aproveitá-la?
Notas
  1. C.S. Lewis, God in the Dock (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1970), 52–53. []
  2. See Gwynne Dyer, “The Atheist Buses” (February 8, 2009). []
  3. Atheists Plan Anti-God Ad Campaign on Buses” (October 23, 2008). []

Traduzido e adaptado por Gaspar de Souza