Senhores Atenienses, Ouçam!
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terça-feira, 13 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O IMPÉRIO EFÊMERO DOS MORTAIS
A arrogância é uma palavra corretamente aplicada nos anais da história a determinados impérios, governos e nações. A história da arrogãncia é sinistra e efêmera. Ela pode prevalecer por algum tempo, mas sempre termina em tragédia.
Nada melhor do que voltar algumas páginas da história, e constatarmos que não houve nenhum império terreno, que alcançasse o apogeu da glória, cujo domínio foi perpetuado, sem que houvesse o assassinato do orgulho e da arrogância de pobres mortais. Até hoje não se escreveu um só livro, que conte apenas a ascensão de um império.Todos são obrigados a contar o levantamento, a glória e, por último, a queda do império.
O império dos Assírios teve seu momento de glória, mas caíram nas mãos dos Caldeus Babilônicos, que depois do seu estado de glória sucumbiram aos Medo-Persas, que algum tempo de domínio e justiça própria, foram espoliados e Roma começou a reinar, sugados barbaramente mais tarde pelos bárbaros. Reinos passageiros !
“A prática da impiedade é abominável para os reis, porque com justiça se estabelece o trono”. Pv 16.12. A justiça das relações humanas muitas vezes é meritória e desumana, ou seja, recebe-se o que se merece e também o que não se merece, por alguns interesses próprios do punidor.
O império do reino de Deus pratica uma justiça também redentora, ou seja, justiça e salvação estão correlacionadas, pois o reino de Deus não é efêmero, porque não se ufana de orgulho e arrogância, mas de justiça, graça, e misericórdia.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
A morte morreu na morte de Cristo
A morte é o grande espectro da humanidade, a sombra que tanto aflige o homem, trazendo dor, lágrimas, vazios, angústias e sofrimentos.
Viver é ter a certeza que a morte chegará, mais cedo ou mais tarde, e que pouco pensamos nela, mesmo sabendo que todos caminhamos inexoravelmente para a morte via envelhecimento ou acidente ou doença, mas certamente ela nos acometerá.
Quanto à ciência, ela tem realizado proezas e devemos ser gratos a Deus por iluminar pela sua graça comum a mente desses homens. Graças a ela, já vencemos a varíola e a pólio e muitas outras doenças que em épocas atrás dizimava centenas de milhares de gente.
Porém os homens de avental branco jamais conseguirão fazer o mais difícil - retirar da natureza humana sua acentuada propensão pecaminosa, que se instala no homem desde a sua concepção Sl 58.3.
A Bíblia diz que o salário do pecado é a morte, e as descobertas da ciência não tem efeito retroativo, ou seja, sara os corpos já mortos. Mas as Escrituras nos ensinam que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a voz do Filho de Deus e sairão Jo 5.29, pois Ele saiu primeiro. Cristo é as primícias dos que dormem 1 Co 15.23.
Diante desta realidade amados irmãos, Jesus tragou a morte no calvário, porque a ressurreição garantiu o que cruz realizou. A morte da morte na morte de Cristo, nos traz vida com a ressurreição e a glorificação do Senhor.
sábado, 21 de janeiro de 2012
O retrato Big de um programa Small
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira
Não dêem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual
Não somos só futebol,
Baixaria e carnaval
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
E vamos ficar calados
Diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
FIM - Antonio Barreto, Cordelista - Baiano
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